Natal

Dos tradicionais panetones aos biscoitinhos decorados para pendurar na árvore de Natal. Macarons de Natal para acompanhar o espumante!

Para esse Natal preparamos vários kits para presentear amigos e clientes. São fáceis de agradar e deliciosos, feitos com muita técnica e produtos de qualidade controlada. As embalagens foram feitas exclusivamente para a Dulcis Domus pela designer Ivy Vaicekauskis.

As encomendas poderão ser feitas pelos telefones  5083-3524  8171-7600 ou 8439-0066 ou pelo mail contato@dulcisdomus.com.br. Entregamos no local.

Trufas de Natal e Suspirosbolinhos e cupcakes de Natal

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Bodas de Prata

Doces feitos para Bodas de Prata. Uma festa linda. Obrigada Célia pela confiança.

Misturamos mini tortas de diferentes sabores, verrines de mousse de laranja, de goiaba e de caramelo com maçã, brigadeiro de copinho, viena (doce em camadas de chocolate meio amargo, creme de frutas vermelhas e biscoito de chocolate), merengues todos em alturas diversas sobre a mesa. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

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Bolo para uma praticante de yoga

Este bolo foi criado para uma praticante de yoga. O pedido era um bolo com uma boneca em posição de Lótus. Nós então nos inspirado na Índia. Usamos cores e formas associadas ao país, assim como a Flor de Lótus.

Para completar a mesa onde ficou o bolo, fizemos biscoitos de chocolate com balas derretidas formando um vitral. Os biscoitos foram colocados em potes de vidro.

Bolo de Pasta Americana - tema Yoga

Biscoitos Vitral para uma Festa Yoga

Biscoitos Vitral para uma Festa Yoga

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Festas e Eventos

A Dulcis Domus cria lindas mesas de doces para festas e eventos.

Os produtos de qualidade que utilizamos são trabalhados e transformados em doces saborosos que são embalados um a um. Cada evento é uma nova experiência.  Nas festas todos os detalhes são desenvolvidos para que diante da mesa de doces aconteça uma atmosfera de sonho.  No caso de eventos corporativos, buscamos um efeito mais clássico e harmonioso. Vejam alguns de nossos eventos e festas, clicando nas fotos abaixo.

Construtora DuoFAU USPFesta Yoga

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Festa Infantil no Jardim

Jardim é um tema empolgante para uma festa de 1 aninho. São tantas cores e formas que podemos criar! Vejam só como ficou a Mesa de Doces.

Ao invés de um bolo grande, optamos por cupcakes, mini-bolos e popcakes. E as tortinhas de mel com uma abelhinha feita de ameixa e lascas de amêndoas deram um toque especial.

Festa Infantil Jardim

Cupcakes Jardim

Cupcakes de Chocolate Jardim

Cupcakes Jardim

Pop Cakes

Tortinhas de Mel

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Festas Infantis

Preparar festas para crianças é uma delícia. Em geral a escolha do tema parte da mãe ou da criança se ela não é tão novinha. O passo seguinte é a escolha das cores. Diante do número de  convidados, idade da criança e os dois itens acima: hora de criar. Parece que voltamos à infância. Vamos conversando sobre as idéias de cada uma, desenhando, procurando referências em historinhas, gibis, fotos antigas. Depois procuramos papéis, confeitos, forminhas, coisas que se encaixem no tema proposto. Além da escolha dos docinhos, é muito importante para uma linda festa a decoração. Mostramos aqui um exemplo de decoração de mesas para uma festa de 1 aninho de bebês gêmeos, um menino e uma menina. Mostramos também exemplo de bolo de acordo com o tema escolhido. No caso a escolha era “Ursinhos” e as cores principais verde e laranja.

Veja também outras festas que preparamos: Linda mesa de aniversário de menina de 1 ano. A mesa parecia um jardim!

Marshmallow coberto de chocolate e confeitos decorativos

 

 

Casquinhas de sorvete com suspiro e chocolate

 

Biscoitos vitral

Bolo Menina

 

Bolo Menino

 

Popcakes

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Coffee Break para a Construtora Duo

Eis aqui as fotos do Coffee Break com nossas tortinhas, bolinhos de chocolate, mel e limão com laranja e cookies,  realizado na Construtora Duo para o lançamento de seu novo edifício Duo Reserva na Vila Mariana. Os mini bolinhos fazem sucesso nos eventos por serem pequenos e fofinhos.

O logo da Duo Construtora é roxo. Procuramos então formas de papel para as tortas e bolos que fossem roxas e brancas. Vejam o resultado:

 

 

 

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Dia das mães e os bolos


No almoço de dia das mães é muito comum ter bolo. Pensei sobre isso e cheguei a conclusão que isso está ligado à memória afetiva-gustativa. Quer ver só? Quando uma
mãe está querendo agradar um filho num dia calmo, todos em casa à tarde, ela
não faz um bolo para sua cria? E avó? Avó, netinhos e bolo. Tudo ligado. Pode ser que você tenha uma avó que não faz, ou fazia bolos quando ia visitá-la. Mas sempre tem a avó de um amigo que sim, não tem? Minhas avós faziam. Minha avó materna trabalhou até ter uns 75 anos, mais ou menos. Cozinhar para ela sempre foi algo bem prático. Capricho mesmo era quando havia uma festa. E nessas ocasiões o bolo não entrava nas suas produções e sim os docinhos. No dia a dia era um bolo bem simples que ela amava à tarde com café com leite. Sabe aquele delicioso bolo de fubá? Combina mesmo com café, não acha?

Já minha avó paterna era muito caprichosa com bolos. O auge de seus bolos era o rocambole. Minha mãe também adorava fazer rocambole quando a ocasião era festiva. Ele quase não é mais visto, não é mesmo? Quem for da minha geração comeu rocambole em um lindo lanche, aposto. Eu lembro que tinha um espeto de churrasco na minha casa que
era reservado só para queimar em quadradinhos o topo açucarado do rocambole. Eu
queria sempre que colocassem chocolate, mas colocavam doce de leite. Continuo achando que fica muito doce. O chocolate dava uma quebra no açúcar. Aliás, os doces da Dulcis Domus levam essa característica: não ser doce demais. Doce de leite é maravilhoso com um elemento para equilibrar este sabor, portanto um brinde ao nosso queijo mineiro. Mas voltando às mães e vovós… Eu tenho um carinho enorme pelos bolos à tarde. Povoam minhas lembranças. Não posso deixar de citar aqui minha tia materna mais velha chamada Ediméia. Tia Méia, como era chamada, fazia os melhores bolos do mundo. Era para ela algo de todo dia, assim como escovar dentes! E quando eu era pequena e viajava com ela, na horinha de entrar no carro, com todas as malas já lá dentro, ela resolvia bater um bolo para levar. Meu tio tinha paciência de esperar! Ela usava um livro bem antigo e seu maravilhoso bolo levava apenas 12 ovos!

Fica aqui então a homenagem a minha mãe: um bolo em formato de rosas. Ela gosta muito de flores, especialmente rosas. Um bolo simples, mas bem bonito.  Aqui está a receita para quem quiser participar deste momento “Memórias”.

Este bolo é uma Génoise, ou seja, um bolo que não leva fermento. O que dá a ele estrutura são os ovos muito bem batidos. Esta receita foi retirada do maravilho livro: Rose’s Heavenly Cakes.- de Rose Levy Beranbaum.

Bolo Rosa

Manteiga derretida –50gramas

1 colher de chá de baunilha

5 ovos grandes

Açúcar bem peneirado – 125 gramas

Farinha fina – 66 gramas

Amido – 60 gramas

  1. Derretaa manteiga em banho Maria não deixando ultrapassar os 50ºC. Adicione a baunilha. Cubra e mantenha morninho.
  2. Ligue o forno para já ir aquecendo à 160ºC
  3. Coloque os ovos e o açúcar no banho Maria bem rapidamente para deixar a mistura apenas morninha. Mexa vigorosamente.
  4. Coloque na sua batedeira a pá do tipo globo. Bata em velocidade alta no mínimo 5
    minutos. Esta mistura deve quadriplicar de tamanho. O segredo aqui está neste
    processo, já que neste bolo não vai fermento. O ar para o bolo crescer é
    incorporado neste momento. Atenção, se você tiver coragem de bater à mão,
    precisará de no mínimo 10 minutos em movimentos fortes.
  5. Misture separadamente numa tigela a farinha e o amido. Peneire!
  6. Depois que bateu os ovos, separe 1 xícara desta mistura e adicione num recipiente à manteiga derretida com baunilha.
  7. Coloque metade da mistura de farinhas nos ovos e açúcar batidos com toda gentileza possível, de baixo para cima. Faça isso com o restante das farinhas.
  8. Adicione a mistura de manteiga mexendo delicadamente.
  9. Coloque a massa na forma. Esta forma em formato de Rosa é vendida tanto de silicone, quanto de metal. Se for de silicone deve estar limpa. Não é necessário untar. Já a de metal precisa estar muito bem untada. Leve para assar por 20 ou 30 minutos. Depende de seu forno. Veja se está pronto quando ele começa a encolher dos lados da forma e em cima ficando dourado. Não abra a porta do forno, pois este bolo despenca. Veja se está pronto por estas características. Desenforme logo que sair do forno, pois isto é característica da Génoise.
  10. Coloque o bolo numa grade, para poder colocar uma calda por cima. Pode ser uma calda feita enquanto o bolo assa com açúcar, água em dobro e algo para aromatizar. Pode ser um licor, canela, pode ser mel, casca de frutas cítricas. Molhe bem o bolo e depois guarde na geladeira e sirva no dia seguinte. Se preferir, pode ser no mesmo dia, mas se puder esperar, fica bem melhor.
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A escolha do nosso nome

Dulcis Domus o que quer dizer? Casa do doce em latim, ou, Doce Lar. Boutique de doces todos entendem.

Levamos muito tempo pensando nosso nome. Queríamos muito mostrar que nosso trabalho era artesanal, cuidadoso, mas não casual. A confeitaria exige muita técnica. Para dominá-la é preciso entender muito bem o porquê de determinada temperatura, o comportamento das moléculas dos ingredientes básicos, sob determinadas condições. Porque um bolo racha em cima, porque o bolo afunda, porque o pão ficou com a massa pesada? Garanto, para todas estas perguntas, existem respostas científicas. A cozinha quente, a dos salgados, permite muita criatividade, mudança de planos no meio do caminho. Ela pode ser mais casual. Não se pode dizer o mesmo da confeitaria. Ela requer precisão. Errou? Vai tudo para o lixo quase sempre que há deslize. Mas também, quando este controle vira automático a tal ponto que se usa produtos químicos para apressar os processos naturais, ah…o sabor original, esta tal excelência da chamada “pâtisserie” vai embora. Ok, há situações em que se trabalha com quantidades tais que seria impossível chegar, num prazo razoável, a uma produção a contento. É verdade. Por exemplo, as padarias que trabalham com volumes incríveis. Sei que esses produtos servem a estas situações. Mas nós da Dulcis Domus, escolhemos o trabalho cuidadoso. Sendo assim, a palavra artesanal ficou presa nas nossas idéias, colada feito calda de açúcar. Rs! E presas a ela, pensávamos em nomes já existentes ou que levavam a outros significados que fugiam de nossa proposta. Às vezes parecia que fazíamos trabalhos manuais artísticos, outras, Ih… Imaginem: Doces Artesãs. Levava a imaginação para destinos ambíguos!

Não queríamos usar nomes estrangeiros. Agora pouco falei em “pâtisserie”. Pois bem: falar em confeitaria refinada no meio gastronômico é citar a escola mãe: a cozinha francesa. Como um todo, ela é base para quem começa. No caso da confeitaria mais elaborada
então, não há nenhuma outra mais citada. Mas não queríamos usar esse nome.
Menos ainda nomes em inglês, pois já somos saturados deste “vício”. Apesar de que a palavra “bakery” em inglês fala dos “assados”,  referindo-se aos doces e pães. É perfeito!Na nossa tradução se falarmos em “assados”, vamos pensar em quê? Frango! E voltávamos à: “artesãs”. Até que um dia Márcia pensou: vamos às origens; o latim. O que há no latim de referência a doces? Pronto! O “Domus” traz a idéia do lar, do artesanal. Juntamos o – “Boutique de doces” – que oferece a referência à técnica que usamos.  Estava aí nosso nome: Dulcis Domus – Boutique de doces.

 

 

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Páscoa

Preparamos para você comemorar essa data tão especial tortas, bolos, biscoitos e cestas. CLIQUE AQUI PARA VER

A palavra Páscoa, vem do hebraico, PESSACH, que significa passagem. Quando Moisés desafiou o faraó por volta do ano 1250 AC, conduziu seu povo rumo à Terra Prometida, libertando-os da escravidão, atravessando o deserto. 

Entre os cristãos, passou a ser celebrada em comemoração à Ressurreição de Cristo a cada Domingo seguinte à lua cheia posterior ao equinócio de Primavera, (no Hemisfério Norte) dia 21 de março.

No hemisfério sul, ela ocorre no outono, no primeiro domingo após a primeira lua cheia. A Páscoa é sempre comemorada no domingo, mostrando uma relação com o Sol, astro que rege esse dia da semana, mas também tem relação com a Lua cheia, lembrando que a lua não tem luz própria, apenas reflete a luz do sol.

De modo geral, no Hemisfério Norte, tanto nas festas ligadas às religiões judaico-cristãs como nas festividades ligadas às tradições mais arcaicas, celebra-se na Páscoa a renovação. Ostera, Deusa da Primavera na mitologia alemã, é a imagem do triunfo da luz sobre as trevas. É o equilíbrio do masculino e feminino. Na natureza inicia-se a época do acasalamento, do plantio. Pintar os ovos na Páscoa, tão comum em diversos países europeus, representa este momento fecundo. Também é celebrada a passagem da puberdade à vida adulta. As religiões falam de aspectos mais introspectivos deste momento de “plantio”, como representado na ressurreição. Fala dos projetos e metas.

O coelho e os ovos possuem um significado especial nas comemorações pascais. O ovo representa uma vida interior, ainda em estado germinal, que se desenvolve, rompe uma casca dura e em seguida desabrocha em sua plenitude. O coelho, por sua vez, representa um animal puro, digno de carregar e trazer os ovos da Páscoa. Além do fato de ser um animal muito fértil, que se reproduz com rapidez.

Nós, no Hemisfério Sul, celebramos a entrada do Outono. No Brasil as  estações do ano têm outras marcas que não neve, desgelo e data específica de produção. Recebemos nossas tradições na colonização e incorporamos um pouquinho de tudo. A chegada do Outono para nós, ao menos no Sudeste, traz o fim das chuvas de verão, época de temperaturas amenas e de céu azul. Poderíamos dizer que seria a melhor época do ano para um Piquenique, não seria?  Esconder os ovinhos para as crianças no jardim? Acho que Abril e Maio são os dois meses em que o céu está mais bonito.

Feliz Páscoa para vocês!

fonte: http://www.lemnisfarmacia.com.br/a-festa-da-pascoa-na-visao-da-antroposofia/

http://espacoanima.com/site/index.php?option=com_content&task=view&id=383&Itemid=89

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